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COFEN, FIOCRUZ E COREN/PA lançam Pesquisa sobre Perfil da Enfermagem no Pará


08.07.2015

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A cerimônia foi presidida pelo presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Pará, Mário Antonio Moraes Vieira e contou com a presença do Conselheiro Federal do COFEN Antonio Marcos Freire Gomes e de Maria Helena Machado, Coordenadora-geral do estudo e pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), que foi a responsável pela execução da coleta de dados. Além de servidores do Coren/PA, profissionais de enfermagem e autoridades ligadas a área de saúde.
A pesquisa foi realizada em todo o Estado do Pará, ouvindo auxiliares, técnicos e enfermeiros, com abrangência de mais de 54 mil profissionais. A enfermagem hoje no Pará é composta por um quadro de 84,1% de técnicos e auxiliares e 15,9% de enfermeiros.

VEJA OS PRINCIPAIS DADOS DA PESQUISA:
MERCADO DE TRABALHO- No quesito mercado de trabalho, 67% da equipe de enfermagem encontra-se no setor público; 31,7% no privado; 4,4% no filantrópico e 7,7% nas atividades de ensino.No Pará, 57,1% da equipe de enfermagem declaram desgaste.
RENDA MENSAL- Considerando a renda mensal de todos os empregos e atividades que a equipe de enfermagem exerce, constata-se que 1,9% dos profissionais recebem menos de um salário-mínimo por mês. A pesquisa encontra um elevado percentual de pessoas (24,5%) que declararam ter renda total mensal de até R$ 1.000, ou seja, estão em condições de subsalário.
Dos profissionais da enfermagem, a maioria (55,4%) tem apenas uma atividade/trabalho.
Os quatro grandes setores de empregabilidade da enfermagem (público, privado, filantrópico e ensino) apresentam subsalários. O privado (31,6%), o filantrópico (41,7%), o público (19,8%) e o de ensino (12,8%) praticam salários com valores de até R$ 1.000.
MASCULINIZAÇÃO – A equipe de enfermagem no Pará é predominantemente feminina, sendo composta por 82,9% de mulheres. É importante ressaltar, no entanto, que mesmo tratando-se de uma categoria feminina, registra-se a presença de 16,4% dos homens. “Pode-se afirmar que na enfermagem está se firmando uma tendência à masculinização da categoria, com o crescente aumento do contingente masculino na composição. Essa situação é recente, data do início da década de 1990, e vem se firmando”, afirma a coordenadora.
NÍVEL DE ESCOLARIDADE – O desejo de se qualificar é um anseio do profissional de enfermagem do Pará. Os trabalhadores de nível médio (técnicos e auxiliares) apresentam escolaridade acima da exigida para o desempenho de suas atribuições, o que significa dizer que quase 1/3, ou seja, 29,2% de todo o contingente, fizeram ou estão fazendo curso de graduação.
DESEMPREGO- A área da enfermagem já apresenta situação de desemprego aberto, com 9,2% dos profissionais entrevistados relatando situações de desemprego nos últimos 12 meses. A dificuldade de encontrar emprego foi apontada por 69,5% desses profissionais.
CONCENTRAÇÃO NA CAPITAL – Mais da metade da equipe de enfermagem (62,3%) se concentra na Capital.

CONFIRA OS DADOS COMPLETOS DA PESQUISA NO DOCUMENTO EM ANEXO!

Com informações da ASCOM/COFEN

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